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Home Cásper na Bienal do Livro de SP: destaques, aprendizados e protagonismo casperiano
14/09/2026
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Durante os dias 8, 9, 10 e 11 de setembro, a Cásper esteve presente na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, acompanhando as tendências e movimentações do mundo literário. O evento contou com a presença de casperianos ilustres apresentando suas obras, entrevistas com profissionais do setor e insights de painéis voltados à educação e à comunicação. 

Casperianos na Bienal 

Os casperianos marcaram presença na Bienal destacando o papel fundamental da faculdade na abertura de portas para suas carreiras.  

Confira alguns nomes: 

Helo D’Angelo 

Quadrinista, ilustradora e jornalista, estava na área Alameda dos Artistas, espaço inédito nessa edição da Bienal especialmente reservado para os quadrinistas, apresentando obras como “Pipa voo” e “Heloquência”. 

Juliana Kunc Dantas 

Escritora e jornalista, com passagem pela TV Gazeta, esteve na Bienal no Espaço Saúde e Bem-Estar e apresentou sua obra “Guia para encarar as festas de fim de ano – informação e acolhimento para perdas e lutos”. 

Júlia Faria 

Escritora e jornalista, ministrou uma oficina de escrita criativa no estande da Editora Patuá e apresentou sua obra “Sempre achei que bebês sabiam nadar”. 

Fabricio Battaglini 

Jornalista, foi curador do espaço Saúde e Bem-Estar nessa edição da Bienal. 

Adriana Pimenta 

Escritora e jornalista, pós-graduada na Cásper, esteve no painel “Aos que existem sozinhos: literatura, filosofia e afeto”, no Espaço Podcast. 

Gabriela Colicigno 

Jornalista, tradutora e agente literária, palestrou no painel “O tamanho do mercado independente: quem são, onde estão e para onde vão”. 

Lu Fernandes 

Jornalista, formada em 1977 pela Cásper, palestrou no painel “Como uma ideia encontra seu público?”. 

Izabella Camargo 

Jornalista e educadora de saúde mental no trabalho, pós-graduada na Cásper, foi mediadora dos painéis “Trabalhar sem adoecer: O futuro (e o presente) da saúde mental nas empresas” e “O trabalho mudou. E as editoras? Bem-estar, produtividade e novas formas de trabalhar na economia criativa”. 

Nathalia Pazini 

Jornalista e gerente de comunicação da Companhia das Letras, editora que apresentou um estande comemorativo de 40 anos. 

Clara Almeida 

Radialista e account assistant (Edição de Vídeo) na Spark, visitou a Bienal de São Paulo. 

Amanda Ravelli 

Jornalista e agente literária na Agência Magh, visitou a Bienal de São Paulo. 

Giullia Cartaxo 

Radialista, criadora de conteúdo e social media do Grupo Perfil, visitou a Bienal de São Paulo. 

Audiobooks e economia de influência: insights dos painéis da Bienal 

A Audible, plataforma de audiolivros, podcasts e produções originais da Amazon, compôs o estande da Amazon na Bienal. Em seu painel “A voz também conta a história”, a cantora, compositora, apresentadora e atriz Gaby Amarantos e a cantora e atriz Gabz explicaram o processo de dar voz aos audiolivros “Revolução dos Bichos” e “Alice através do Espelho”, respectivamente. 

Elas refletiram sobre a diversidade de vozes no mundo da narração, a importância da valorização da cultura brasileira e os aprendizados durante a produção das obras.  

No painel, “Grandes vozes, grandes livros: uma conversa sobre leitura, audiolivros e as histórias que continuam transformando vidas”, Astrid Fontenelle e Zeca Camargo, ambos apresentadores e jornalistas, exploraram o universo dos audiolivros, compartilharam bastidores das gravações e refletiram sobre o papel da leitura em suas trajetórias pessoais e profissionais. “Aprendi que você não consegue capturar a atenção de um ouvinte, se o texto inicial não for bom”, declarou Zeca Camargo. 

Já no painel “Do blog ao algoritmo: gerações construindo marcas de influência”, João Pedro Paes Leme, jornalista, empreendedor digital e presidente do Play9 Content Group; Rosana Hermann, jornalista, escritora, apresentadora, roteirista e uma das pioneiras da internet no Brasil; e Galileu Nogueira, especialista em branding e fundador da Galileo Branding, discutiram como se constrói presença, marca e influência no Brasil, na atualidade. “Chegamos em um momento em que as pessoas querem ser marcas e as marcas querem ser pessoas”, afirmou Galileu Nogueira.