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A REVISTA

Focada em comunicação, a Revista Cásper, com publicação quadrimestral, procura trazer temas inovadores e atuais sobre o mercado de trabalho e sobre o universo das mídias. Estamos agora também em formato digital. Confira aqui o site e o nosso perfil no Instagram.

EDIÇÃO ATUAL - CÁSPER #33

O QUE ESTÁ POR VIR

Nos preparativos desta edição, na reunião de pauta em setembro último, parecia que a vida estava mergulhada numa grande indefinição. O futuro político do Brasil, a Copa do Mundo, o fim do primeiro ano letivo depois da retomada da pandemia, uma guerra em curso na Europa. Mas, apesar das incertezas, pairava por sobre a sociedade um sentimento de querer dar um passo adiante. O novo, como tema, se impôs nas sugestões feitas pelos colaboradores e também pelo conselho editorial da Revista CÁSPER.

O que é novo na comunicação? Para além de responder a essa pergunta, os editores Marina Fornazieri e Gaba Serpa foram investigar o que já se desponta como uma novidade no universo comunicacional. A tecnologia está por trás de quase tudo, como era de se esperar. É por meio do chamado aprendizado de máquina (machine learning) e inteligência artificial que reportagens investigativas estão sendo produzidas, que os algoritmos distribuem com mais eficiência conteúdos pela internet, que a propaganda se torna mais assertiva (ou invasiva), entre outras.

Um novo governo, eleito democraticamente, assume em 2023 com a esperança de milhões de brasileiros de que algo bom esteja por vir. Tem sido assim em todas as eleições, mas em um Brasil polarizado como nas últimas eleições esses sentimentos se tornaram mais evidentes. É triste lembrar, mas perdemos mais um Mundial de futebol, já no fim do ano passado, quando uma pontinha de esperança surgia para alegrar a população brasileira. Resta-nos voltar aos inúmeros campeonatos transmitidos por inúmeros canais de streaming, graças à tecnologia - outro assunto desta edição.

As novidades no mundo da comunicação são frequentes, notadamente desde os tempos de Johannes Gutenberg. Foi graças à sua máquina de tipos móveis, criada no século 15, que houve a revolução da imprensa, um dos inventos mais extraordinários da Humanidade. Mas nem tudo o que é novo deve ser visto como algo bom ou benéfico per si. Há um certo fetiche, nos tempos atuais, pela inovação. Ela é necessária, sem dúvida, mas não suficiente para fazer frente aos vários desafios. Do nosso lado, modestamente, procuramos enriquecer esse debate.

Boa leitura!

Eduardo Nunomura, Editor-Chefe

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