
Foto: Arquivo Pessoal
O professor Murilo Orefice, que dá aulas de Design Gráfico para os alunos do segundo ano de Publicidade e Propaganda da Faculdade Cásper Líbero, lançou o livro infantil Mari e o Mar no dia 30 de novembro, das 11h às 15h, no Ocara Burger. O publicitário foi responsável por escrever o texto e ilustrar o livro. Além disso, participou de todos os processos de publicação: da editoração à divulgação.
Perguntamos ao professor qual a sensação de participar de todo o processo de realização de um livro:
Tem sido incrível. Estou muito feliz e orgulhoso com o resultado. Eu já participei da realização de inúmeros materiais editoriais e publicitários e também de alguns livros. Tenho experiência na maior parte dos processos. E me lancei no desafio de descobrir como fazer o que não conhecia, especialmente as partes mais burocráticas.
Mari e o Mar
O livro Mari e o Mar conta a história da menina Mari e do momento em que ela conhece o oceano. Enquanto as coisas vão acontecendo, Mari faz um paralelo com o universo da dança: compartilha seus conhecimentos e experiências, mostrando a diversidade dos estilos e listando alguns dos mais populares no Brasil.
Segundo Murilo, a ideia de falar sobre dança surgiu depois de conhecer Mariana, sua esposa:
A ideia veio a partir do contato mais intenso que comecei a ter com essa atividade, depois de conhecer a Mariana, hoje minha esposa, que é bailarina – além de ceramista – e participa de apresentações. Até então, eu conhecia muito pouco sobre dança. Tinha assistido a um ou outro espetáculo. E, no máximo, me arriscava a balançar o esqueleto do mesmo jeito para qualquer música, ou seja, fora do ritmo. Embora eu ainda dance assustadoramente mal, descobri esse universo enorme, lindo e emocionante.
O paralelo com o mar veio da paixão por ele e as semelhanças que encontrou “entre os movimentos do oceano e da dança e também entre o oceano e a música”:
O ritmo, o movimento, as evoluções que o mar faz na praia são como as que acontecem no palco e nas notas musicais.
Por fim, o autor e ilustrador de Mari e o Mar se vê como um aprendiz da personagem já que, mesmo dançando mal, aprendeu que o mais importante é tentar dançar e se divertir.
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