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Home Edição Extra de novembro apresenta caricaturas, cenografia em shows, perfil de Ale McHaddo e hobbies que viram profissão.
06/11/2026
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O Edição Extra é um programa de TV em formato de revista eletrônica que discute e aprofunda temas sobre Comunicação. É realizado pela equipe da Produtora Experimental Audiovisual, formada por estudantes dos cursos de Jornalismo e de Audiovisual da Faculdade Cásper Líbero, que vivenciam as etapas de pauta, produção, roteiro, gravação em estúdio e em externa, apresentação, edição, sonorização e finalização. Os estudantes contam com supervisão pedagógica de um professor e acompanhamento de profissionais especializados em audiovisual.

O programa é transmitido pela TV Gazeta no fim de noite do primeiro domingo de cada mês, em televisão aberta e em rede nacional. Trata-se do mais longevo programa produzido por universitários exibido em TV aberta: está no ar desde 1996.

A nova edição do Edição Extra reúne reportagens que exploram diferentes formas de expressão artística, criatividade e transformação no universo da comunicação e do entretenimento. O programa apresenta o universo das caricaturas e seu papel no humor e na crítica social, revela os bastidores da cenografia dos grandes shows, acompanha a trajetória da diretora e animadora Ale McHaddo e discute como hobbies podem se transformar em oportunidades profissionais. 

Ao reunir artistas, profissionais do mercado audiovisual e especialistas de diferentes áreas, as matérias abordam temas como arte, tecnologia, música, cinema e mercado de trabalho. O programa também propõe reflexões sobre os desafios de acompanhar as transformações do setor, valorizar a criatividade e encontrar novas possibilidades de atuação, mostrando como diferentes paixões e linguagens podem abrir caminhos no universo profissional.

ASSISTA AO PROGRAMA NA ÍNTEGRA

A reportagem “Caricaturas: entre o humor, a arte e a crítica social” apresenta como o desenho e a ilustração se transformaram ao longo do tempo, acompanhando as mudanças tecnológicas e os novos formatos de comunicação. Entre o lápis, o papel e as ferramentas digitais, cartoonistas e caricaturistas mostram como a arte pode ir além do humor, tornando-se também uma forma de expressão, observação e crítica da sociedade. 

Durante a reportagem, o caricaturista André Luiz; os cartunistas da Folha de S.Paulo, Galvão Bertazzi e Jean Galvão; Cesar Habert, editor-chefe da revista Le Monde Diplomatique Brasil; e Rozinaldo Antônio Miani, professor da Universidade Estadual de Londrina, compartilham suas experiências e perspectivas sobre a produção de caricaturas, cartoons, charges e ilustrações. A matéria também aborda os desafios da adaptação ao universo digital, as novas possibilidades de divulgação nas redes sociais e a importância de preservar a originalidade e a identidade artística em meio às transformações tecnológicas. 

Dessa forma, a reportagem revela como a caricatura e a ilustração continuam ocupando um espaço importante na comunicação, unindo arte, humor e reflexão crítica para representar e interpretar o mundo ao nosso redor. 

A reportagem aborda a importância da cenografia nos shows e como os elementos visuais transformam apresentações musicais em experiências ainda mais imersivas. A matéria mostra como estruturas, iluminação, cores, telões e efeitos especiais ajudam a construir a identidade visual de um artista e a criar uma conexão com o público. 

Ao longo da reportagem, a jornalista musical Adriana Barros, o cenógrafo Zé Carratu, o diretor de palco Thiago Zibordi, o sócio-fundador do festival João Rock, Luit Marques, e o diretor do Grupo MAG, Luis Magaldi, compartilham suas experiências sobre a criação e a montagem de grandes estruturas para espetáculos. A matéria também aborda a evolução dos palcos ao longo das décadas, os desafios de integrar diferentes equipes e tecnologias e o crescimento do Brasil como referência na produção de grandes eventos musicais. 

Mostramos como a cenografia vai muito além da decoração: ela traduz a identidade do artista, complementa a música e transforma a experiência de quem está na plateia. 

A reportagem apresenta a trajetória de Ale McHaddo, diretora, roteirista, produtora audiovisual e animadora brasileira, destacando seus diferentes caminhos dentro do audiovisual. Entre seus trabalhos estão a série de animação Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma e o filme Meu Cunhado é um Vampiro, que marcaram diferentes momentos de sua carreira. 

Durante a reportagem, Ale McHaddo compartilha histórias sobre o início de sua trajetória artística, sua relação com o desenho e a animação e os desafios de transitar entre diferentes formatos de produção audiovisual. Também fala sobre o processo criativo de seus projetos, a experiência de dirigir filmes com atores e a importância do reconhecimento profissional e do contato com o público.

A reportagem aborda como hobbies e atividades de lazer podem se transformar em oportunidades profissionais, mostrando os caminhos de quem decidiu transformar uma paixão em fonte de renda. A matéria explora a relação entre criatividade, trabalho e realização pessoal, além dos desafios de conciliar o prazer de fazer algo com as responsabilidades do mercado. 

Durante a reportagem, Drielly Pires, produtora cultural e cosplayer; Clarissa Palácio, jornalista; Ana Carla Fonseca, conhecida como “Garimpo e Soluções”; e Marcelo Bosco, redator publicitário, compartilham experiências sobre a profissionalização de atividades como fotografia, cosplay, games e produção de conteúdo. Ricardo Ricci Uvinha, professor titular da Universidade de São Paulo, também contribui para a discussão ao abordar a importância do lazer e seus diferentes significados. 

A matéria apresenta os desafios de estabelecer limites entre hobby e profissão, a influência das redes sociais na transformação de interesses pessoais em produtos e conteúdos e a importância de reconhecer o próprio trabalho. Também reflete sobre como a profissionalização pode mudar a relação das pessoas com aquilo que antes faziam apenas por diversão. 

A reportagem revela que transformar uma paixão em profissão pode abrir novas possibilidades, mas que nem tudo aquilo de que gostamos precisa se tornar trabalho. Preservar momentos de lazer e fazer algo simplesmente pelo prazer também é essencial.